Quem sou eu

ORIGEM NA BAIXADA

 

André Ceciliano nasceu em 28 de fevereiro de 1968. É natural de Nilópolis. Morou em Japeri, Niterói e hoje vive no Rio, mas cresceu e passou a maior parte da vida em Paracambi, para onde se mudou aos cinco anos de idade. Uma origem que faz dele, como gosta de dizer, um “Cidadão da Baixada”.

 

 

O pai, Emilio Ceciliano, é comerciante.   A mãe, Suely, dona de casa. Os dois tiveram seis filhos. André, o segundo a nascer, é o único homem entre cinco irmãs.  Começou a trabalhar aos 9 anos, distribuindo jornais em Paracambi.

Aos 13, foi ajudar um tio que tinha um bazar, onde vendia discos de vinil. Ali começou a sua paixão pela música, em especial a MPB.

Nas horas vagas, gostava de pescar, andar a cavalo, jogar bola, fazer roda de viola e, aos domingos, o programa era torcer pelo Flamengo na Geral do Maracanã.
Aos 26 anos, casou-se com a médica Ludimilla, que ele conheceu em Paracambi, e com quem  teve a Giulia e o Andrezinho.

FORMAÇÃO E ENTRADA NA POLÍTICA 
Aos 16 anos, André foi trabalhar no mercado financeiro e chegou a ter uma pequena distribuidora de títulos e valores mobiliários até os anos 2000. Formou-se em direito aos 27 anos, mas a política falou mais alto.

Na campanha presidencial de 1989, aos 21 anos, apaixonou-se por Lula. Seu Fiat Uno foi todo adesivado com propaganda do candidato petista e rodava a Baixada distribuindo materiais de campanha. Foi quando se filiou ao PT, seu único partido da vida.
Em 1996, aos 28 anos, disputou pela primeira vez o cargo de prefeito do município de Paracambi, não sendo eleito por uma diferença de 97 votos. Concorreu a deputado estadual dois anos depois, sendo eleito com 19.122 votos.

PREFEITO CIDADÃO 

Em 2000, tenta de novo a eleição de prefeito em Paracambi e dessa vez sai vencedor. Exerce dois mandatos como prefeito e faz uma revolução na cidade, sobretudo na área de Educação, Saúde e Saneamento.

Em seu primeiro mandato como prefeito, comprou o belo prédio em estilo vitoriano inglês da secular Fábrica Brasil Industrial, inaugurada em 1871. A antiga indústria virou a “Fábrica do Conhecimento”, que hoje atende a mais de 10 mil alunos em cursos diversos. (link para o vídeo)

VOLTA À ALERJ

Em 2011, retorna à Alerj como deputado estadual, com 28.035 votos. Foi reeleito em 2014 com 31.207 votos e, novamente, em 2018, dessa vez como 46.893 votos. Ativo, ao longo de seus quatro mandatos como deputado, conseguiu aprovar mais de 300 leis, em todas as áreas.

Confira aqui as leis de autoria de André Ceciliano.

PRESIDENTE ACIDENTAL 

Em 2017, André era segundo vice-presidente da Mesa Diretora da Alerj quando o presidente Jorge Picciani (1955-2021), se afastou para tratar de um câncer e, depois, foi afastado do cargo pela Justiça. O segundo vice, Wagner Montes (1954-2019), também doente, tirava sucessivas licenças médicas.
Assim, por obra do destino, André virou presidente interino em meio a uma das mais graves crises políticas e financeiras da história da Alerj.
Foi nessa condição que ele conduziu difíceis votações em 2017, ano em que o barril de petróleo caiu de U$ 100 para U$ 29, o que impactou fortemente a arrecadação do estado.
O pagamento dos salários dos servidores, aposentados e pensionistas passou a atrasar e o Estado, sem honrar suas dívidas com credores, tinha suas contas bloqueadas pela Justiça dia sim, dia também. Não havia dinheiro sequer para colocar gasolina nas viaturas policiais, a ponto de o então governador Pezão solicitar intervenção federal na Segurança Pública porque a situação havia saído do controle.
Com a Alerj cercada de manifestantes e ao som de bombas de efeito moral e cheiro de gás lacrimogêneo, André conduziu as votações que permitiram que o Estado obtivesse um empréstimo de R$ 2 bi para colocar os salários em dia e ingressasse no Regime de Recuperação Fiscal, em novembro de 2017. Com isso, o Estado teve suspenso por três anos o pagamento do serviço da sua dívida (cerca de R$ 179 bi), que acabou renovado por mais 10 anos, em setembro de 2021.

PRESIDENTE ELEITO E REELEITO DA ALERJ 

Em fevereiro de 2019, apesar da forte polarização política que dividiu o Brasil e do fato de o PT ter eleito na Alerj uma bancada de apenas três deputados (contra 13 do PSL, então partido do presidente Bolsonaro), André Ceciliano foi eleito presidente na chapa (única) batizada como Transparência e Diálogo. Obteve 49 dos 70 votos totais (eram necessários 36), sendo sete contrários e oito abstenções.
André dividiu com o conjunto dos deputados até decisões que poderiam ter sido tomadas por ele de forma monocrática, como a abertura do processo do impeachment contra o ex-governador Wilson Witzel. Consultado, o plenário se manifestou de forma unânime tanto pela abertura do impeachment quanto pelo afastamento do ex-juiz.
A forma democrática, transparente e austera com que atuou e, sobretudo, a grande produtividade registrada pela Casa, em especial durante a pandemia, em 2020, (saiba mais aqui) fortaleceu a liderança de André junto a seus pares.

Em fevereiro de 2021, André é reeleito presidente da Alerj e dessa vez obtém 64 votos favoráveis, três contra e duas abstenções.
À frente da Alerj, tem sido um incansável defensor dos interesses do Estado e dos fluminenses e buscado trabalhar em harmonia com os Poderes, ouvindo prefeitos e a sociedade civil organizada em busca de caminhos que levem à recuperação econômica e social do Rio de Janeiro.

A economia que vem promovendo na Casa – cerca de 500 milhões por ano, o que corresponde a 45% do orçamento da Alerj – tem permitido que a Assembleia devolva e doe recursos para serem aplicado em áreas prioritárias.